quarta-feira, 3 de julho de 2013

Plantas Piloto de Microalgas e Projetos de pesquisa


Projeto conceitual de uma fazenda de microalgas para produção de biodiesel.


Diversos programas de pesquisa estão em andamento, em diferentes países, com objetivos similares. Busca-se identificar as espécies mais produtivas e de mais fácil cultivo; desenvolver a tecnologia de produção para larga escala; e identificar e desenvolver um processo eficiente e barato para colheita e extração óleo das microalgas, e efetuar o aproveitamento integral da biomassa das algas. O horizonte de tempo para que se possa pensar em produção efetiva, de larga escala (da ordem de bilhões de litros) de biodiesel de microalgas é estimada em, no mínimo, 10 anos, sendo impulsionada por ferramentas modernas de biotecnologia, em especial biologia sintética e nanotecnologia.


Planta piloto no RN vai pesquisar microalga para produção de biodiesel:  Projeto vai beneficiar estudos feitos pela Petrobras e universidade federal. Dez espécies de microalgas serão cultivadas.



Tanque com capacidade para 4 mil litros inaugurada em Extremoz (RN), resultado de uma parceria entre a Petrobras e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte.(Foto: Agência Petrobras).



Os primeiros fotobiorreatores abertos, com capacidade útil de 4 mil litros, vão proporcionar a realização de estudos detalhados sobre a produtividade das microalgas e do seu teor de óleo nas condições climáticas do Rio Grande do Norte, onde há ventos do quadrante sudeste constantes e insolação intensa durante 80% do ano.
O potencial de produção de biomassa por área ocupada é de 7 a 30 vezes superior ao obtido com vegetais terrestres e é possível atingir produtividade da ordem de 25g/m2 por dia de biomassa algácea.
Também é possível remover taxas mais elevadas de CO2 atmosférico, quando comparadas com a captura de carbono em vegetais superiores.
O valor do projeto é de R$ 2.241.960,20.
AGECOM/UFRN

Agricultores podem produzir biomassa de microalgas e ainda contribuir com projetos de despoluição

É o que aponta projeto realizado no Iapar (Instituto Agronômico do Paraná) visando extração de óleo para produção de biocombustível e substâncias de interesse comercial. “É um projeto inovador que busca a viabilidade do cultivo de microalgas para a produção de biodiesel a partir do óleo extraído desses microrganismos aquáticos”, informa a pesquisadora Diva de Souza Andrade. 


A planta piloto consiste de quatro tanques revestidos com vinil e interligados com capacidade de 9 mil litros, com reciclagem do meio de cultivo. Neste sistema interligado e com agitação continua será testado o crescimento das microalgas e seu potencial para a produção de biomassa para extração de óleo e outros compostos de interesse econômico. 

Primeiro prédio 'movido' a algas brota na Alemanha



Painéis solares e geradores eólicos já estão sendo incorporados em novos edifícios ao redor do mundo para ajudar a reduzir o consumo de energia. Agora, já imaginou morar num edifício cuja energia é produzida por microalgas marinhas

O prédio de 15 apartamentos apresenta uma fachada composta por persianas formadas por microalgas marinhas que conseguem gerar energia através de processos bioquímicos. Além de produzir eletricidade, a solução tecnológica ajuda a manter agradável a temperatura interna do edifício, dispensado refrigeração artificial.

Fruto do trabalho da empresa de design Arup, em parceria com a firma de arquitetura austríaca Splitterwerk, o prédio verde autossuficiente em energia custou cerca de 5 milhões de euros e demorou um ano para ser construído. Ele servirá como planta piloto para testes sobre produção de energia renovável em edifícios urbanos.

Planeta Sustentável - Abril.com

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