Diversos programas de pesquisa estão em andamento, em diferentes países, com objetivos similares. Busca-se identificar as espécies mais produtivas e de mais fácil cultivo; desenvolver a tecnologia de produção para larga escala; e identificar e desenvolver um processo eficiente e barato para colheita e extração óleo das microalgas, e efetuar o aproveitamento integral da biomassa das algas. O horizonte de tempo para que se possa pensar em produção efetiva, de larga escala (da ordem de bilhões de litros) de biodiesel de microalgas é estimada em, no mínimo, 10 anos, sendo impulsionada por ferramentas modernas de biotecnologia, em especial biologia sintética e nanotecnologia.
Planta piloto no RN vai pesquisar microalga para produção de biodiesel: Projeto vai beneficiar estudos feitos pela Petrobras e universidade federal. Dez espécies de microalgas serão cultivadas.
Tanque com capacidade para 4 mil litros inaugurada em Extremoz (RN), resultado de uma parceria entre a Petrobras e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte.(Foto: Agência Petrobras).
Os primeiros fotobiorreatores abertos, com capacidade útil de 4 mil litros, vão proporcionar a realização de estudos detalhados sobre a produtividade das microalgas e do seu teor de óleo nas condições climáticas do Rio Grande do Norte, onde há ventos do quadrante sudeste constantes e insolação intensa durante 80% do ano.
O potencial de produção de biomassa por área ocupada é de 7 a 30 vezes superior ao obtido com vegetais terrestres e é possível atingir produtividade da ordem de 25g/m2 por dia de biomassa algácea.
Também é possível remover taxas mais elevadas de CO2 atmosférico, quando comparadas com a captura de carbono em vegetais superiores.
O valor do projeto é de R$ 2.241.960,20.
AGECOM/UFRN
Agricultores podem produzir biomassa de microalgas e ainda contribuir com projetos de despoluição
É o que aponta projeto realizado no Iapar (Instituto Agronômico do Paraná) visando extração de óleo para produção de biocombustível e substâncias de interesse comercial. “É um projeto inovador que busca a viabilidade do cultivo de microalgas para a produção de biodiesel a partir do óleo extraído desses microrganismos aquáticos”, informa a pesquisadora Diva de Souza Andrade.
A planta piloto consiste de quatro tanques revestidos com vinil e interligados com capacidade de 9 mil litros, com reciclagem do meio de cultivo. Neste sistema interligado e com agitação continua será testado o crescimento das microalgas e seu potencial para a produção de biomassa para extração de óleo e outros compostos de interesse econômico.
Primeiro prédio 'movido' a algas brota na Alemanha
Painéis solares e geradores eólicos já estão sendo incorporados em novos edifícios ao redor do mundo para ajudar a reduzir o consumo de energia. Agora, já imaginou morar num edifício cuja energia é produzida por microalgas marinhas?
O prédio de 15 apartamentos apresenta uma fachada composta por persianas formadas por microalgas marinhas que conseguem gerar energia através de processos bioquímicos. Além de produzir eletricidade, a solução tecnológica ajuda a manter agradável a temperatura interna do edifício, dispensado refrigeração artificial.
Fruto do trabalho da empresa de design Arup, em parceria com a firma de arquitetura austríaca Splitterwerk, o prédio verde autossuficiente em energia custou cerca de 5 milhões de euros e demorou um ano para ser construído. Ele servirá como planta piloto para testes sobre produção de energia renovável em edifícios urbanos.
Fruto do trabalho da empresa de design Arup, em parceria com a firma de arquitetura austríaca Splitterwerk, o prédio verde autossuficiente em energia custou cerca de 5 milhões de euros e demorou um ano para ser construído. Ele servirá como planta piloto para testes sobre produção de energia renovável em edifícios urbanos.
Planeta Sustentável - Abril.com





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